Ô LÔCO, MEU! Quando o futuro vira passado, é fácil ver o que deveria ser feito

11/03/2012 23:21

 

O Brasil acaba de estrear como a 6ª maior potência econômica no mundo. Mas em matéria de qualidade de vida – o que inclui aspectos sócio-culturais – a nação levará ainda cerca de vinte anos para igualar-se aos padrões europeus.

No país inteiro, cerca de 8 mil pessoas morrem vítimas do consumo de entorpecentes a cada ano. É como se no período, praticamente metade da população de Quatro Barras fosse dizimada.

Levantamentos recentes mostram que a maior preocupação das famílias brasileiras está no gradativo aumento do consumo de drogas, em especial o crack, principalmente entre os jovens.

Embora tal circunstância reflita uma enorme falha nos dispositivos nacionais de segurança, evidências apontam que em pouco tempo esta realidade seja tratada como uma crise coletiva de saúde pública. Entretanto, há também os que classifiquem o contexto como mais um problema no sistema brasileiro de educação.

Em Quatro Barras, somente atividades de contraturno escolar, por exemplo, são catorze, entre modalidades culturais e desportivas gratuitamente disponíveis aos cidadãos por meio do projeto Atleta do Futuro. São mais de 3 mil inscrições. O suficiente para afastar centenas de crianças, jovens e até adultos das rotas do narcotráfico. Para o poder público, um reconhecido esforço. Mas aos que buscam a solução para a dependência química, ainda não o bastante.

Frente a gravidade do tema, motivo de caos em muitos lares, é uma tortura ter de esperar duas décadas para constatar os efeitos das ações praticadas no presente. Independente de qual seja, a atitude do agora resultará na mais pura conseqüência dos dias que nos esperam. E é justamente de uma era que ainda não vivemos que ecoam as vozes nos alertando sobre o compromisso de construirmos um legado de decência paras as próximas gerações. Ao tempo, compositor de destinos, cabe a sua parte. Façamos a nossa.

 

 

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